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O artista em seu ateliê com as obras da série São Paulo, Artes e Etnias.

Percival Tirapeli ( Nhaqndeara, SP, 1952) é artista plástico, pesquisador e professor titular de História da Arte Brasileira na Universidade Estadual Paulista, Instituto de Artes. Mestre e doutor em Artes Visuais pela ECA-USP, realizou pós doutorado na Universidade Nova de Lisboa.  Desde 1980 visita e pesquisa arte e arquitetura em todos os países da América Latina, em Portugal e Espanha. É membro das associações brasileira e internacional de Críticos de Arte (ABCA e AICA), do Conselho do Acervo Artístico do Palácio do Governo de São Paulo, e do Conselho Consultivo do Condephaat (patrimônio estadual paulista).

É autor de Arquitetura e Urbanismo no Vale do Paraíba (2014),  São Paulo – Arte e Etnias (2007) sobre a arte dos imigrantes na capital, Igrejas Paulistas: barroco e rococó, Editora UNESP/ e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003, prêmio Sérgio Milliet como melhor pesquisa nacional em artes, outorgado pela ABCA, As mais belas igrejas do Brasil (com Wolfgang Pfeiffer, 1999), Patrimônio da Humanidade no Brasil (2000 , 5 edições),  Festas de Fé (2003),  Igrejas Barrocas do Brasil (2009), (os 4 últimos títulos edições em português/inglês, pela Metalivros). e a coleção paradidática ARTE BRASILEIRA, 5 volumes (Editora Nacional, 2006). É  um dos autores e organizador de Arte Sacra Colonial: barroco memória viva, 2001 (Editora UNESP e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo ), lançado pafra os EUA e México na Feira Internacional do Livro de Guadalajara.

Como curador, Como curador, realizou no Museu de Arte Moderna de São Paulo,Grandes Formatos e Modernos e Modernistas, em 1992, comemorando os 70 anos da Semana de Arte Moderna de São Paulo; em 2003 respondeu pela exposição Do Barro ao Barro, SESC Pompéia (junho-agosto) e SESC Taubaté (setembro)responde pelas exposições Gênese da Fé no Novo Mundo ( Palácio dos Bandeirantes, S.Paulo, 2007),  O Nome do Brasil ( com Laura Carneiro, 2009, Palácio dos Bandeirantes e itinerância) Oratórios Barrocos na Coleção Casagrande , Vestes Sagradas e Fragmentos , e editor dos respectivos catálogos, os três últimos para o Museu de Arte Sacra de São Paulo, onde tem ministrado cursos e palestras. Organizou em 2013 e 2015 o I e II Seminário de Internacional Patrimônio Sacro na América Latina, no Mosteiro de São Bento em São Paulo e publicou pela Arte Integrada os anais do primeiro seminário (2015).

Proferiu palestras sobre Arte Brasileira em Assunção e La Paz, universidades de Tenerife, Valladolid, Burgos, Madri, Salamanca, Sevilha (Espanha), Oslo e Bergen (Noruega), Ruão (França), Lisboa e Braga (Portugal) e em congressos em Tepotzotlán e Puebla (México). Mantém o curso de extensão Barroco Memória Viva desde 1987 lecionando nas cidades históricas de Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Missões Jesuíticas.

Expõe individualmente desde l975 e já participou de 90 exposições coletivas e individuais em todo o Brasil, destacando-se as Bienais Internacional de São Paulo em 1977, 1984 e a Nacional em 1984,  tendo recebido o prêmio Gravura na II Bienal Internacional de Arte da Bolívia , 1983.  Recebeu prêmios no Salão de Santo André, incluindo o Grande Prêmio em 1986, mesmo ano em que participou do Panorama da Arte Brasileira – Pintura no Museu de Arte Moderna, MAM/SP. Realizou exposições individuais em São Paulo, Santos, Brasília, São José dos Campos, Guaratinguetá e em Roma, na Galeria Ennio, Piazza Navona, 1997. Em abril de 2010, indicado pela Associação Internacional de Críticos de Arte,  participou de workshop de uma semana com artistas plásticos de 15 países e deixou obra de grandes dimensões no Medana Museum of Contemporaru Art,  na Eslovênia. No mesmo ano, realizou a individual TERRITÓRIOS DA COR/ TERRITORIES OF COLOR, em Paraty, na Galeria Belvedere, apresentada na CASA RANZINI – ESPAÇO CULTURAL, em São Paulo, mesmo local em que realizou, em 2011, TERRITÓRIOS DA COR/ TERRITORIES OF COLOR II. Realizou ainda mostras individuais no Club Athletico Paulistano em São Paulo, TERRITÓRIOS DA COR/ SOLO PÁTRIO, e Galeria Paula Unger, em Monte Verde (MG), ambas em 2011. Em 2012 mais uma individual, SOLO PÁTRIO BAHIA BRASIL, na Galeria da Associação Cultural Brasil – EUA, Salvador (BA). Em 2013, realizou a individual PERCIVAL TIRAPELI – ARTE E PESQUISA, Casa da Cultura de Santana do Parnaíba.

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Tirapeli em seu ateliê na Serra da Cantareira

Dentre as inúmeras coletivas de que participou estão Os Anjos Estão de Volta, 2000, e Novas Aquisições e Doações, doação de um conjunto de 22 obras e estudos sobre Almeida Júnior, 2001, ambas na Pinacoteca do Estado, SP; Territórios Livres – MAC/USP/Ibirapuera, 2005 e Mafuá. Museu de Arte de Brasília, DF, 2006. No exterior, coletivas em El Salvador, México, Costa Rica, Itália, Bolívia e Japão. Tirapeli é documentadamente (Xeroarte, de Hudinilson Jr, Pinacoteca do Estado, livro publicado em 1985) o primeiro artista a realizar no Brasil obras com a técnica de xerografia, como em 1980 a Xeroarte, em Ribeirão Preto, e cinco anos antes Xerografia –  no Páteo das Artes, Roseira, SP.
Possui obras nos acervos da Pinacoteca de Santo André (onde ganhou inúmeros prêmios nos salões de arte), Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Museu de Arte Moderna de Brasília e o de Arte Contemporânea de Florianópolis., além de importantes coleções particulares.

Membro do IEV (instituto de estudos valeparaibanos) e ABCA (associações brasileira de críticos em artes, da qual foi vice-presidente), da ANPAP (associação nacional de pesquisadores em artes plásticas) e do ICOMOS – Brasil (International Council for Monuments and Sites, vinculado à UNESCO). Tirapeli integrou a Comissão de Arte do MAM-SP, e é conselheiro do Acervo Artístico do Governo do Estado de São Paulo. Foi responsável pela direção do educativo das exposições de Rodin em São Paulo, Fortaleza, Recife e Salvador e Universo Mágico do Barroco no SESI em 1997. Realiza desde 1987 pelas pesquisas de Barroco Memória Viva e do site Artes Visuais da Biblioteca Digital da Unesp.
Endereço eletrônico: percivaltirapeli@gmail.com
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Condor tropical na Praça do Sol, 2016, 1 x 1,5 m,acrílica s/ tela, da série São Paulo, Artes e Etnias.

 

 

 
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